Como evitar que fotos íntimas vazem na internet?
Veja algumas dicas para evitar que fotos e arquivos sejam expostos na internet. O pior é que grande parte desses ataques não são feitos de maneira direta pelos crackers, mas são realizados porque usuários acessam links maliciosos e abrem as portas para invasões.
A internet conecta milhões de pessoas, isso não é novidade. E desses milhões, há muitos que estão apenas procurando por computadores vulneráveis a ataques. O pior é que grande parte desses ataques não são feitos de maneira direta pelos crackers, mas são realizados porque usuários acessam links maliciosos e abrem as portas para invasões. Não apenas isso, também há diversos outros hábitos, muito comuns, que fazem com que os computadores fiquem abertos a ataques. Confira alguns dos erros mais frequentes que a maioria dos usuários cometem e também saiba como evitar os riscos que atrapalhem a sua estadia na internet.
Apesar de casos como o da atriz Carolina Dieckmann, que teve fotos íntimas expostas sem sua autorização na internet, serem os que ganham notoriedade na mídia, o problema tem sido cada vez mais comum com pessoas fora do mundo das celebridades.
Veja algumas dicas para evitar que suas fotos e arquivos vazem na internet:
“Manter-me conectado” – Desmarque esta opção para garantir sua segurança
Serviços de email e redes sociais possuem a opção “Manter-me conectado” para que os usuários não precisem digitar seus logins e senhas a cada vez que desejarem acessar suas contas. Isso pode ser muito útil para qualquer pessoa que não divida o computador, mas quando isso é feito em computadores públicos, o perigo é grande. Computadores de lan houses e universidades são utilizados por muitas pessoas em períodos curtos. A qualquer momento pode surgir um usuário que, ao perceber que algum serviço já está logado, altera dados e insere informações caluniosas sobre a vítima, que só vai perceber os danos muito mais tarde.
Não atualizar aplicativos: Não atualizar é perigoso!
Programas vitais para o funcionamento do computador não podem ser deixados de lado na hora de realizar as atualizações. Sistema operacional e aplicativos com comunicação a servidores online (Adobe Flash, Adobe Reader e Java, por exemplo) podem ser verdadeiras portas de entrada para pragas virtuais. Atualizações, por menores que sejam, são muito importantes para corrigir possíveis falhas estruturais que deixam os aplicativos vulneráveis e não efetuá-las, consequentemente, pode prejudicar os computadores.
Conheça o Galaxy S III, o recém-lançado smartphone da Samsung
Em uma apresentação que lembrou muito as feitas por Steve Jobs, a coreana Samsung lançou o novo Galaxy S3. Seguindo a tendência de telas grandes em smartphones, a novidade traz um visor de 4,8″ de alta definição com tecnologia “Super Amoled”. Apesar da tela maior, o aparelho tem apenas 8,6 milímetros de espessura e pesa 133 gramas.
O Galaxy S3 traz uma câmera de 8 megapixels com reconhecimento facial. A câmera frontal tem 1,9 megapixel. O sistema operacional usado é o Android 4.0, do Google. E, graças ao processador de quatro núcleos, o novo aparelho também está mais rápido. A Samsung planeja lançar o Galaxy S3 em 145 países. A versão 3G sai no dia 29 de maio. O modelo com rede 4G chega aos Estados Unidos a partir da metade do ano.
As duas principais funções que chamaram a atenção no novo Galaxy S3 são o reconhecimento de voz – bastante similar ao “Siri” do novo iPhone. O “S-Voice”, como foi denominada a tecnologia, “entende” inglês, espanhol, alemão, italiano e coreano. Outro destaque é a “Smart Stay”. Esta funcionalidade mantém a tela do aparelho ligada quando a pessoa estiver olhando diretamente para o smartphone. A câmera registra o movimento dos olhos do usuário e, assim, mantém tela acesa quando a atenção estiver voltada ao aparelho.
Se você quiser conhecer mais sobre as novidades do Galaxy S3, acesse o link que está junto dessa matéria. Fizemos um texto completo sobre o novo “iPhone Killer”. Acessa e confira!
Seu e-mail está protegido?
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Com o recente caso envolvendo a invasão da conta de e-mail e o vazamento de fotos pessoais da atriz Carolina Dieckmann, fica evidente o grau de vulnerabilidade a que estão expostos os usuários de internet, que no Brasil já somam quase 80 milhões de pessoas, de acordo com o IBOPE Nielsen Online.
Apesar da maioria dos internautas já possuir uma solução de proteção em seus desktops e notebooks, a mesma preocupação não acontece quando se pensa no universo móvel, nos milhões de smartphones e tablets vendidos a cada ano e que cada vez mais substituem as tarefas executadas no PC.
Muitos internautas acessam suas contas de e-mails pessoais e corporativos, redes sociais e outras aplicações na web por meio desses dispositivos. Na medida em que aumenta o tráfego na internet gerado por meio desses novos canais (somente os tablets respondem por 42% do tráfego na web gerado fora do ambiente PC, segundo dados da comScore), cresce na mesma proporção o interesse dos criminosos cibernéticos pelo tipo de informação que pode ser coletada e que tenha algum valor comercial, tais como dados bancários, senhas, número de cartões de crédito, fotos, e-mails sigilosos etc.
Chrome OS: cada vez mais parecido com o Windows e OS X


Segundo o The Verge, a mais recente versão do Chrome OS no canal de programação está mais próximo daquilo que é um sistema operativo tradicional. Pelo menos, no que toca à interface.
A versão 19.0.1048.17 inclui a interface Aura UI, acelerada por hardware, um sistema de gestão de janelas, uma barra de tarefas semelhante à do Windows e um “iniciador” de aplicações que faz lembrar o Lauchpad, do OS X Lion.
Segundo o Wiki do projeto, o objetivo do Aura é recorrer à aceleração por hardware para possibilitar o uso de operações mais pesadas, como transições animadas de larga escala e outros efeitos visuais, mas também para ser a base de um sistema de gestão de janelas flexível.
A mais recente versão do Chrome OS não é, todavia, compatível com os atuais Chromebooks existentes (os CR-48), dado que é apenas compatível com o Acer AC700 e os Chromebooks Samsung Serie 5.
Apple com garantia de dois anos na Europa

Depois de uma multa de 900 mil euros por vender planos Apple Care a clientes italianos que ainda estariam abrangidos pelo prazo definido na Europa, a Apple parece querer respeitar as normas de Bruxelas.
De acordo com a PC Pro, a Apple anuncia que os produtos comprados nas lojas da marca são abrangidos pela legislação europeia no que concerne a garantias e pela garantia de um ano já providenciada pela marca.
No entanto, a negrito, a empresa explica que a garantia de dois anos só se aplica a defeitos de fabrico encontrados no momento da entrega do produto ao cliente. «O ónus de provar que o defeito existia no momento da entrega cabe ao consumidor», lê-se no comunicado da Apple.
Mais segurança: aplicativo gratuito criptografa arquivos armazenados no Dropbox
“Datalocker” é aplicativo para iOS, Windows e MacOS que traz mais segurança para os dados que você hospeda na nuvem.
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Preocupado com seus arquivos no DropBox? Compreensível. Uma vez que estamos falando de um gerenciamento de uma nuvem com uma quantidade imensa de dados, deve-se levar em consideração que seus arquivos estão gravados no mesmo lugar que os arquivos de muita gente – empresas e pessoas.
Pensando nisso, a desenvolvedora de aplicativos AppSense criou o DataLocker, uma suite de aplicativos para iOS, Windows e MacOS, que criptografa todo o material disponibilizado no DropBox de graça, mas ao mesmo tempo mantendo a sincronização entre diversas plataformas. O funcionamento é bem simples: basta instalar a suite em um desktop ou smartphone e “linkar” a conta de usuários no DropBox. A partir daí, é possível tanto navegar pela lista de arquivos já hospedados na nuvem e assinalar a criptografia de proteção deles, como também é possível fazer upload pelo próprio DataLocker, protegendo os arquivos automaticamente.

O DataLocker é o primeiro produto da “AppSense Labs”, o braço da empresa destinado ao desenvolvimento de soluções que facilitem o cotidiano pessoal e corporativo, nas áreas mobile, cloud computing e proteção de dados. Entretanto, o DataLocker não dá suporte ao Microsoft Skydrive nem ao Apple iCloud.
Para fazer o download, é necessário preencher um formulário. Clique aquipara acessar a página do produto (em inglês).
Só o antivírus não é suficiente: aprenda a se proteger melhor na internet
Novos softwares de proteção online, suítes de segurança e outras ferramentas garantem tranquilidade em nossa vida online.
Comparamos os principais antivírus pagos. Descubr • Mais segurança: aplicativo gratuito criptografa ar • Qual o melhor antivírus gratuito? Veja nossa comp • Privacy Score: descubra o grau de segurança de ca
Foi-se o tempo em que um bom antivírus era tudo o que precisávamos para navegar tranquilamente na internet. Leandro Matovam, CEO da AVG Brasil, diz que “o antivírus é essencial, mas não é a única coisa a se fazer”.
Cláudio Martinelli, gerente de varejo da Kaspersky, explica que nem tudo é vírus: “Para falar a verdade, muitas das pragas digitais, fraudes e tentativas de invasão que conhecemos não são o que podemos chamar de vírus. Às vezes, não estão nem dentro da máquina do usuário”. Ele explica que muitas vezes, essas ameaças ficam em sites falsos da internet. Aqui, o antivírus sozinho não tem capacidade de identificar o perigo.
Hoje, as principais empresas de segurança online afirmam: para manter-se seguro no mundo virtual, é preciso muito mais. São as chamadas suítes de segurança na internet, que englobam um pacote de soluções para que você possa realmente navegar sem riscos.
Leandro cita algumas vantagens dessas suítes: “Dentro de uma única suíte, você consegue se proteger contra vírus, spywares, ataques remotos, download de aplicações que são malwares, navegação indevida e até filtragem de e-mails”.
Para quem está acostumado a fazer transações bancárias online, usar apenas o antivírus é coisa do passado. Cláudio explica que, “para você executar essas tarefas de home banking com segurança, um Internet Security é fundamental, porque ele vai te proteger de sites falsos de bancos que podem existir. Ele vai te proteger das famosos mensagens de phishing, que são mensagens falsas que recebemos de bancos todos os dias e que induzem os usuários a entrarem em um endereço que não é o verdadeiro”, diz.
Imagine seu computador como se fosse a sua casa. Há alguns anos, vivíamos sem muros, em ruas tranquilas e sem muito movimento. Com o crescimento da violência, construímos não só muros, mas adicionamos cercas elétricas, portões automáticos, trancas especiais e contratamos até seguranças particulares para tomarem conta da região enquanto descansamos. Assim como os novos softwares de proteção online, criamos novas camadas de segurança na medida em que surgem novas ameaças.
Cláudio Martinelli, da Kaspersky, diz que a melhor solução é mesmo essa “proteção em camadas: você tem várias camadas diferentes que se sobrepõem para compor uma grande proteção muito eficaz pela somatória de todas elas”.
A economia por trás do cybercrime: 1 trilhão de dólares são movimentados anualmente
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O número de pragas virtuais não para de crescer em todo o mundo. Estimativas da Kaspersky, empresa de segurança online, apontam que em 2004, um novo vírus era descoberto a cada hora. Em 2006, já era um novo vírus a cada minuto. Hoje, temos um vírus desenvolvido a cada segundo… E, se continuarmos nesse ritmo de crescimento, qual será a realidade do mundo online no final de 2012?
Para completar, especialistas afirmam que 99% desses criminosos só querem uma coisa: o seu dinheiro. Exatamente por isso, o número de pragas focadas em smartphones está crescendo alucinadamente. O motivo é simples.
Denis Maslennikov, analista de malware, explica que “um laptop não está necessariamente associado a um número de cartão de crédito, mas o seu telefone estará sempre associado a uma conta em alguma operadora, não interessa se é pré ou pós-pago”.
Estimativas dão conta de que o cybercrime chegou a movimentar em torno de US$1 trilhão em 2011. Só para se ter uma ideia, o tsunami no Japão causou um prejuízo de US$300 bilhões aos cofres daquele país. É como se o mundo sofresse a perda de 3 tsunamis por ano, só na internet. E mais: os analistas também afirmam que 98% das empresas que têm alguma operação online sofreram tentativas de ataques no último ano, por mais que não tenham nem percebido alguma modificação em seus sistemas.
“Nós descobrimos que apenas um grupo na Rússia, focado em desenvolvimento de malwares para smartphones, conseguiu arrecadar US$1 milhão por mês”. Denis ainda brinca: “Parece mesmo que essa turma está trabalhando bastante”!
Mas como esses criminosos conseguem aplicar os golpes? A primeira resposta está no Google. Afinal de contas, muitos de nós recorremos ao mecanismo de buscas sempre que queremos encontrar um aplicativo interessante para nossos celulares. E aí mora o risco. Muitos desses desenvolvedores usam métodos chamados “Black hat” de SEO. Traduzindo: lançam mão de ferramentas não muito corretas para aparecer nas primeiras posições da sua pesquisa. Aí, você clica em um link e baixa um programa que traz, de “presente”, o malware desenvolvido pelo criminoso.
“Esse malware é capaz de roubar suas informações e também todos os seus contatos, além de enviar SMSs constantes para um número ‘premium’. Pronto, está feito o golpe”, diz Denis.
Números “Premium” são códigos específicos que cobram tarifas extras por algum serviço em seu smartphone. É aquele número que você vê em votações para programas de TV, ou em anúncios que te oferecem sorteios virtuais. Cada mensagem enviada para este número custa uma pequena fortuna, que vem cobrada na conta do usuário. E, dessa forma, o criminoso vai lesando as pessoas, até que se descubra a cobrança indevida. Isso pode demorar meses, até anos para os mais distraídos… Por isso mesmo, é sempre bom checar cada item da sua conta de telefone.
“Uma das dificuldades, nesse caso, é descobrir quem está por trás do golpe. É que existe toda uma cadeia de empresas que lucram com isso – desde a operadora de telefonia, até os provedores de serviço, agregadores… Em alguns países, como a Rússia, qualquer um pode alugar um desses números Premium de forma anônima. Isso só dificulta nosso trabalho”, explica Denis.
Enquanto não é possível encontrar uma solução universal para esses problemas, a responsabilidade acaba caindo no colo de todos nós, usuários. As dicas de segurança são sempre as mesmas: mantenha seu antivírus sempre atualizado, seja no Mac ou no PC. Use sempre a última versão do seu sistema operacional – Windows 7 ou Mac OS X Lion. No caso do PC, prefira a versão 64 bits.
Lembre-se, também, de sempre atualizar programas que são muito comuns, como o Adobe Reader, o Flash Player e o Office, já que vulnerabilidades desses softwares também são muito utilizadas para ataques. Navegadores também entram nesse grupo – utilize sempre a versão mais recente. Para completar o pacotão de segurança, procure utilizar senhas fortes e diferentes para cada um dos seus serviços online: seja ele o seu Facebook ou seu email pessoal.
A gente sabe que é difícil decorar tantos códigos assim. Por isso mesmo, te oferecemos uma ajuda. Entre agora nos links que acompanham essa matéria, que te mostraremos várias soluções para gerenciar e criar essas senhas monstruosas. Existem softwares que criptografam as letras e números, e outros que preenchem os campos automaticamente para você, sem risco algum. Acesse, aproveite e garanta a segurança na sua navegação!
Zeus, a botnet camuflada mais poderosa do momento.
Com sistema P2P, nova rede zumbi está dando trabalho para especialistas.
(Fonte da imagem: ThinkStock)
A guerra entre botnets e empresas de segurança cresce na mesma proporção: enquanto novos métodos de derrubada surgem a cada instante, essas redes zumbis estão cada vez mais poderosas e resistentes. O desafio da vez é eliminar a Zeus, uma nova ameaça que está dando trabalho até para ser localizada.
Assim como o deus grego que empresta o nome, a botnet Zeus está no topo da hierarquia atual dessas redes – e funciona como uma plataforma de controle de diversos “peões” espalhados pela internet. Desse modo, todos os domínios derrubados até agora por empresas como a Microsoft são apenas intermediários, “capangas” que usam códigos antigos do verdadeiro inimigo.
Segundo o Ars Technica, o segredo da Zeus está em usar uma rede de compartilhamento P2P para funcionar. Desse modo, ela não precisa de um controle central, o que a torna imune contra os atuais métodos de derrubada de botnets – e dificulta ainda mais o rastreio do servidor em que ela está localizada.
Especialistas em segurança garantem que conseguem desabilitar esse tipo de rede e que seus prejuízos não serão sentidos em longo prazo – mas um pequeno alarde é, sim, inevitável.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/seguranca/21489-zeus-a-botnet-camuflada-mais-poderosa-do-momento.htm#ixzz1qe0hLQ4H
Apague todo o seu histórico do Google antes da nova política de privacidade entrar em vigor
Novas regras do site de buscas começam a valer em 1 de março. Saiba como remover seus dados de pesquisa recente do Google.
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